No Deus e o Diabo desta sexta-feira, José Eduardo Moniz comentou um dos temas quentes da semana: Joe Berardo e a comissão de inquérito à Caixa Geral de Depósitos.

Um tema que fez relembrar a expressão de António Costa, que confessou acreditar que o país esteja “chocado” com as afirmações do colecionador de arte.

Numa altura em que se aproximam as eleições europeias, José Eduardo Moniz mostrou os salários dos eurodeputados portugueses. Além disso, abriu o debate para as contas da ADSE.

Foi ainda tempo de falar sobre os abusos sexuais e casos de violação. Castração química foi um dos assuntos apresentados, defendidos em vários países europeus. Em Portugal, uma prática defendida por, pelo menos, um procurador que “acha estranho” que não haja por cá.

O procurador Celso Leal esteve no Deus e o Diabo desta sexta-feira para o debate acerca da castração química em casos de violação ou crimes sexuais.

Seria uma boa solução, mas não deve ser um tratamento isolado", admitiu, acreditando que a castração química "reduz radicalmente a reincidência" em crimes desta natureza.

No capítulo dos passes e dos comboios, destaque para os suburbanos da região de Lisboa, onde, com as novas medidas de acesso aos títulos mensais de transporte, há mais gente e menos composições a servir a população.

O Deus e o Diabo desta sexta-feira entrou no mundo das tatuagens. Uma extensão da personalidade para uns, um exercício incompreensível para outros.

Acontece que está a chegar a zonas do corpo impensáveis, como os olhos. A questão que se impõe: faz mal à pele e, consequentemente, à saúde, ou não?

Uma tema que Nazaré Pinela, uma mulher com quase todo o corpo tatuado, ajudou a conhecer através da experiência pessoal.

Esta semana, José Eduardo Moniz destacou, no Deus e o Diabo, como frase da semana uma afirmação de João Goulão sobre a canábis e os fins medicinais.

Pedro Mexia foi o eleito Melhor da Semana, um homem da cultura, membro do painel de comentadores do Governo Sombra, transmitido na TVI.

Para Pior da semana, destaque para André Ventura, o candidato a eurodeputado, protagonista de exemplo de má cidadania quando, diz José Eduardo Moniz, escolheu faltar a um debate político para comentar futebol na televisão.