O Santuário de Fátima irá acolher cerca de 7500 pessoas nas celebrações da próxima semana. A logística da peregrinação será semelhante à do passado mês de outubro.

Estão a ser criadas condições para que entrem mais cerca de 1500 pessoas do que na última grande peregrinação, quando a lotação máxima ficou pelos seis mil lugares.

As entradas no recinto far-se-ão por oito portas, devidamente assinaladas, nos lados norte e sul do Santuário, explica o Santuário em comunicado. Nas entradas estarão acolhedores, com dispensadores de álcool gel, que indicarão os lugares para onde deverão seguir os peregrinos "que se devem manter no mesmo sítio durante as celebrações".

As entradas no recinto vão ser controladas por funcionários e voluntários, com o apoio da GNR. "No total estarão envolvidos 80 pessoas entre funcionários do Santuário e voluntários, incluindo, desta vez, alunos do Colégio de São Miguel."

La dentro, os peregrinos, sozinhos ou em grupos de famílias, têm de ficar nos círculos desenhados no recinto, mantendo distâncias.

"Durante as celebrações e para evitar movimentação dos peregrinos no recinto que comprometam a manutenção do distanciamento físico, as zonas da Capelinha das Aparições e do queimador das velas estarão vedada", sublinha o comunicado. "Na Capelinha apenas poderão estar os intervenientes em cada uma das celebrações. A comunhão será igualmente distribuída no lugar, sendo o Ministro a deslocar-se até cada um dos peregrinos."

As celebrações deste 13 de maio são presididas pelo cardeal José Tolentino Mendonça.

O Santuário de Fátima garante "o acolhimento dos peregrinos, em total segurança, prosseguindo a aplicação das regras em vigor neste contexto de pandemia em todas as celebrações  como o uso obrigatório de máscara, o distanciamento físico e a higienização das mãos".

As celebrações começam no dia 12, como a Oração do Rosário às 21.30, segue-se a Procissão das Velas e depois uma Celebração da Palavra.

No dia 13, o Rosário será recitado às 9.00, seguindo-se a Missa Internacional às 10.00. No final da Missa haverá ainda a habitual palavra ao doente, tão característica de Fátima.

Joaquim Franco António Pereira Gonçalves / Atualizada às 11.30