«Agora estamos a ver palavras como se fossem objetos visuais e a fonética não está envolvida. Reconhecemos as palavras como se fossem um pedaço e vão diretamente do padrão visual para o significado da palavra, não desviando do sistema auditivo», afirma o neurocientista e autor do estudo, Maximilian Riesenhuber. 


«Ajudei a perceber de um modo geral como o cérebro aprende, a rapidez com que aprende e como constroí os novos conhecimentos sob a aprendizagem anterior», acrescenta Riesenhuber.