O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, informou hoje que a CP deverá manter-se por 15 anos como “operador interno” e que o contrato de prestação de serviço público deve ser celebrado “em breve”.

Sem revelar o valor da indemnização compensatória, na conferência de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Ministros, o governante precisou que o contrato a assinar será de 10 anos, mas provavelmente irá estender-se por mais cinco anos.

Esta decisão inclui-se na transposição de diretrizes europeias relativas à liberalização do setor ferroviário e enquadramento de serviços de interesse económico geral em contrato de serviço público.

A notícia surge um dia antes da greve agendada para sexta-feira.