A DGS e o Instituto Ricardo Jorge afirmam que, desde o último relatório, de 5 de maio, "não foram confirmados, laboratorialmente, casos adicionais" de infeção por covid-19 da variante da África do Sul, "mantendo-se um total de 88 casos até ao dia 19 de maio de 2021".

Da variante de Manaus foi identificado apenas um caso novo desde o último ponto de situação, o que dá um total de 115 casos confirmados. 

Geograficamente, a maioria dos casos era residente na região de Lisboa e Vale do Tejo (46,1%) e do Norte (29,6%).

Finalmente, até 19 de maio foram confirmados laboratorialmente dez casos da variante B.1.617, associada à Índia: cinco casos foram identificados na região de Lisboa e Vale do Tejo, quatro casos na região do Centro e um na região autónoma dos Açores, num total de 5 concelhos. Não foi identificado até à data nenhum óbito associado a esta variante.

Dado que foi identificada história de viagem ou contacto com casos confirmados desta variante para todos os casos parece não existir, atualmente, transmissão comunitária desta variant

Quanto à variante associada ao Reino Unido, ela continua a ser dominante em Portugal, com uma prevalência estimada de 91,2%.  

Dada a quantidade de casos desta variante, a estimativa é feita apenas mensalmente e só será atualizada no próximo relatório.

Esta variante é dominante em todo o país, em particular nas regiões dos Açores e da Madeira mas também nas restantes regiões. Apenas no Norte e no Centro, a prevalência desta variante está abaixo da média nacional, ficando-se pelos 90% e 81,8%, respetivamente.

Maria João Caetano