Os sete moradores desalojados após a explosão de um prédio em Lisboa, há oito dias, que causou a morte de um jovem de 24 anos, não pediram ajuda para encontrarem habitação, disse esta segunda-feira à agência Lusa fonte do município, adiantando que utilizaram “meios próprios”. Já esta segunda-feira, o Centro Hospitalar de Lisboa Central confirmou a morte do pai do jovem, que deu entrada com ferimentos graves e que faleceu a 23 de dezembro.

De acordo com a autarquia, os moradores não manifestaram junto da Câmara de Lisboa a necessidade de lhes serem providenciados meios alternativos de habitação.

Os moradores disseram que tinham alternativa pelos seus próprios meios”, acrescentou a fonte.

Em 20 de dezembro, um incêndio num prédio de quatro andares, na Rua de Santa Marta, causou um ferido grave e quatro ligeiros, que foram transportados para o Hospital de São José, em Lisboa, e um desaparecido, disseram à Lusa bombeiros e PSP. A pessoa dada como desaparecida foi encontrada morta na madrugada do dia seguinte, nos escombros.

De acordo com os Bombeiros Sapadores, na ocasião, o alerta foi dado às 07:48 para uma explosão seguida de incêndio num prédio na Rua de Santa Marta, números 41/42, e pelas 08:30 os bombeiros ainda estavam a combater o fogo.

Segundo a PSP, tratava-se de um prédio de habitação de quatro andares, que acabou por ruir.

/ AG