É mais uma prova do despesismo na Saúde. Uma análise aos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) apurou que estes gastam de forma diferente com pessoal, medicamentos e exames e que há custos potencialmente evitáveis que podem atingir os 900 milhões de euros.

O estudo, a que a agência Lusa teve acesso, faz parte de uma investigação sobre «Custos e Preços na Saúde», que resultou de um protocolo entre a Escola Nacional de Saúde Pública e a Fundação Francisco Manuel dos Santos, subordinado à pergunta: «Podem a organização, a gestão e o financiamento das organizações de saúde em Portugal produzir resultados diferentes em termos de eficiência?».

As respostas são dadas em vários capítulos, sendo um deles dedicado aos cuidados de saúde primários, o que, entre outros aspectos, pretendeu «dar a conhecer a realidade do recente processo de reforma», tendo concluído que do mesmo «quase nada se sabe», decorridos cinco anos desde o seu início.
Redação / CF