“Hoje há uma cultura do físico, ao contrário de antigamente, da dependência da heroína, as seringas apreendidas estão associadas a anabolizantes, o que demonstra o declínio da heroína” nas prisões, disse.














“Há uma descida de atenção relativamente a doenças sexualmente transmissíveis, há uma retração das práticas preventivas”, disse Anália Torres, acrescentando Rui Sá Gomes que sete mil reclusos já estiveram envolvidos em ações de sensibilização para comportamentos de risco.