Os testes rápidos para diagnosticar a covid-19 devem ser utilizados em casos suspeitos "com sintomas que tenham ocorrido há menos de sete dias". A informação foi divulgada por Raquel Guiomar, especialista do Instituto Ricardo Jorge, esta sexta-feira, na conferência de imprensa conjunta da Direção-Geral da Saúde e do Ministério da Saúde.

A responsável disse ainda que estes testes "devem ser utilizados sempre em ambiente onde exista segurança para fazer a colheita".

Raquel Guiomar disse que os testes rápido "são de baixa complexidade de execução" e "têm critérios muito específicos para a sua seleção e utilização". "Os critérios de seleção vão ser oportunamente definidos", acrescentou.

Portugal regista esta sexta-feira mais cinco mortes e 899 novos casos de covid-19, segundo o último relatório da DGS. Trata-se do quarto dia com mais contágios registados em Portugal, sendo apenas superado pelos dias 28 de março (902 casos), 31 de março (1.035) e 10 de abril (1.516).

O número total de casos confirmados é, agora, de 72.055, dos quais 1.936 morreram.

Há mais 327 doentes recuperados, num total de 47.003. O número de casos ativos ultrapassou a barreira dos 23 mil, sendo agora de 23.116.

Foram registados mais 36 internamentos, havendo agora 624 doentes hospitalizados. Destes, 86 estão em unidades de cuidados intensivos, mais um internamento relativamente ao último balanço.

Sofia Santana