A Direção-geral da Saúde comprou três milhões de máscaras com certificado falso. O Governo recusa efetuar qualquer pagamento até que a questão seja esclarecida.

Em causa estão máscaras FFP2, com respirador e maior proteção, por exemplo, no caso de atos médicos de otorrino ou estomatologia.

De acordo com o jornal Público, a empresa responsável pela venda destas máscaras, com certificação falsa ou inválida, está ligada ao antigo presidente da Associação Nacional de Farmácias, João Cordeiro.

As máscaras foram adquiridas por 8,5 milhões de euros e entregues na quinta-feira à Autoridade Nacional da Saúde.

O ministério garante que os equipamentos que ainda não têm certificação só serão pagos e distribuídos depois de esclarecida a veracidade dessa qualidade.

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