A medida de coação foi proposta pelo Ministério Público e aceite pelo magistrado: "O juiz decidiu aplicar ao arguido as medidas de coação de obrigação de permanência na habitação sujeita a vigilância eletrónica e de proibição de contactos, designadamente com os restantes arguidos no processo". 


o arguido foi indiciado por factos susceptíveis de integrarem os crimes de corrupção passiva, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais".




“É uma medida brutal, limitativa da liberdade e penalizadora para Armando Vara e que não tem justificação jurídica. Vamos atacá-la”, disse Tiago Rodrigues Bastos.


prisão domiciliáriacom o perigo de perturbação do inquérito e também com o perigo de fuga, embora reduzido




"A questão que era fundamental, e que importava afastar liminarmente, era qualquer ideia de que pudesse ter existido algum ato de corrupção por parte de Armando Vara", precisou.





"Do nosso ponto de vista, o que continua a existir são insinuações, especulações e raciocínios que não têm suporte em nenhum dos factos, e obviamente que não esperávamos este acontecimento", disse.



"É uma operação perfeitamente legítima, feita completamente às claras", disse, lembrando que foi uma operação que, na altura, foi "bastante comentada e falada", logo é "uma operação que tem tudo menos de segredo".


Teve o aval dos órgãos da CGD que tinha que ter

Armando Vara foi detido









Face Oculta

nove arguidos


Entretanto hoje, os advogados de defesa de José Sócrates emitiram uma nota de esclarecimento, na qual indicam que o ex-primeiro-ministro "não tem [...] qualquer tipo responsabilidade, participação ou contributo em qualquer ato que seja sequer suspeito de ter beneficiado diretamente quaisquer interesses privados, designadamente do empreendimento Vale do Lobo ou dos seus proprietários ou clientes".