Um mês depois do início das aulas, ainda há alunos que não tiveram aulas a várias disciplinas e arriscam continuar assim por mais tempo.

Há muitos horários por preencher, uns temporários, outros para o ano inteiro, uns completos, outros de apenas algumas horas.

O problema concentra-se nos distritos de Lisboa, Setúbal e Faro, onde estão 71% destes horários e é explicado, em muitos casos, pelas altas rendas de casa que se praticam e pelos baixos salários oferecidos aos professores.

Esta semana, em oferta de escola, estavam 350 horários, 225 deles correspondiam a vagas já recusadas duas vezes ou para as quais nunca houve candidatos.

De acordo com o jornal Expresso, desde o início do ano letivo, as escolas públicas lançaram quase 17 mil horários para os quais precisavam de professores. A maioria são dos grupos de recrutamento de informática, geografia e religião moral e religiosa católica.

/ CE