“O argumento é a falta de verbas. Pior do que isso é que é o próprio Ministério da Educação que diz que tipo de apoios é que vão ser autorizados e quem são os alunos que o vão ter”, adiantou.


“Apoios de meia hora não fazem sentido nenhum, é brincar aos apoios, é iludir o que são as necessidades”, criticou, acrescentando que estes apoios não têm qualquer resultado prático do ponto de vista da intervenção terapêutica.


“O número de alunos que se abrangeria com uma hora de apoio, se nós considerarmos só meia hora, pode duplicar, agora obviamente que com o prejuízo da qualidade da ação”, explicou.




“O Ministério faz tábua rasa do estudo e continua a fazer uma gestão que é merceeira de um assunto que tem de merecer outro cuidado”, acusou, criticando que a tutela mantenha critérios aleatórios para a atribuição dos apoios.