relatório da Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura que refere que o abandono escolar a partir dos 10 anos é muito frequente nas meninas ciganas devido ao medo que os pais têm dos casamentos fora da comunidade.











prioritária a integração destas crianças nas creches e jardins-de-infância para facilitar a sua inserção na comunidade





«os dados relativos ao ano lectivo 2003/2004 revelam que, das 8.324 crianças e jovens portugueses ciganos matriculados, 86,7 por cento estavam no 1.º ciclo, permitindo inferir uma retenção de alunos muito elevada (face aos 49,6 por cento do total de alunos)».



Frequentemente os tribunais aceitam o incumprimento da escolaridade obrigatória por parte das crianças ciganas, por respeito à cultura cigana

«Mas as regras são para todos: o abandono escolar tem sempre que ser denunciado e objecto da intervenção necessária adequada, caso contrário quase que representa o reconhecimento de que se pode abandonar»