«Eles acreditavam, na sua ingenuidade, um garoto de 10 anos e outro de 12, que o ministro, em casa, faria as provas de Português, de Matemática, talvez outras também de Francês e Geografia. Agora, que algumas pessoas hoje acreditem que o ministério tenha alguma influência e que o ministro, em particular, tenha alguma influência nas provas, tanto em provas de jovens como de professores, é algo que já não é muito desculpável a partir dos 10 anos de idade», considerou.














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