«Eram escolas que até agora não tinham qualquer assistente operacional atribuído», referiu João Dias da Silva.


«Passamos a ter mais assistentes operacionais para garantirem o funcionamento das escolas.»


«Haverá alguns fatores de correção a este número, nomeadamente em escolas que tenham outras particularidades e precisem de um reforço destes trabalhadores, mas passamos a ter um novo critério e as escolas com 21 alunos passam a ter também um assistente operacional.»


«Isto tem de conduzir, na nossa perspetiva, à eliminação do recurso às situações contrato emprego-inserção para darem resposta àquilo que são necessidades permanentes do sistema educativo.»