«a instalação de centros de recursos para apoio pedagógico nas províncias-alvo, a formação de equipas de coordenação pedagógica local e a criação de redes de formadores nacionais de referência no ensino angolano».

















Nos próximos dois anos, outros países de língua oficial portuguesa deverão ser alvo de medidas semelhantes, prevendo-se o envio de um total de 600 professores.