Para o responsável neste momento “não tem grande sentido” o ensino das línguas clássicas: “É mais a cultura, mais o estudo da própria construção linguística [que interessa] do que ensinar a língua”.




“Há imensas questões no processo educativo que é necessário trabalhar com os jovens e gostaríamos de ver um investimento efetivo nessas áreas para uma escola que pretende ser global e inclusive”, referiu o responsável.


“Não nos parece que seja o caminho mais adequado para a melhoria das aprendizagens, ainda temos bastante que fazer. Está provado que o facto de haver mais horas para as várias disciplinas não é o quais motiva, mobiliza e não é o que tem contribuído para a melhoria das aprendizagens”, exemplificou.