Utilizando os resultados dos testes de matemática de mais de sete milhões de raparigas e rapazes de dez estados dos EUA, um estudo publicado na Science divulgou que não uma diferença significativa entre os sexos, que justificasse esse preconceito.

«Não há diferença entre géneros na prática da matemática. Por isso, os pais e os professores devem rever as ideias que têm sobre esta matéria» afirmou Janet Hyde, a líder do projecto que é professora da Universidade de Wisconsin-Madison.

Em alguns estados os rapazes tiveram melhores resultados que as raparigas. No entanto, o inverso também aconteceu noutros estados. Ou seja, na média final, o avanço do sexo masculino foi insignificante.

Este estudo contribui também para acabar com os preconceitos culturais: «Se a mãe ou um professor pensa que não somos bons a matemática, isso pode ter um grande impacto na forma como olhamos para a matemática».
Redação / CP