Governo discorda da argumentação

«O MEC não deixa de respeitar a decisão deste colégio, mas discorda da argumentação em que baseia esta decisão. A prova salvaguarda a igualdade de oportunidades para os candidatos em causa no acesso à profissão docente. Tratando-se de uma prova essencial para a qualidade e exigência do serviço público de educação, discordamos fortemente de não ter sido considerado adequado o estabelecimento de serviços mínimos», defendeu o MEC.

«O princípio que subjaz à PACC é e será sempre a garantia de melhor educação e estamos certos, tal como é expectável numa sociedade livre e democrática, que a prova decorrerá com toda a normalidade, para os candidatos nela inscritos. São estes os primeiros interessados em que a prova decorra com tranquilidade em todos os locais. O direito de todos os candidatos a realizar a prova e assim aceder aos concursos de professores em condições de equidade será salvaguardado», lê-se no comunicado do ministério.