O novo chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) assegurou que durante o seu mandato o ramo irá trabalhar «de forma coesa» e operar com os orçamentos atribuídos, procurando responder de forma «inovadora» às restrições financeiras.

«A minha prioridade é cumprir a missão que tenho atribuída por lei, ter um ramo coeso e trabalhar para desenvolver as orientações superiores, que são gerir o ramo com eficiência, operar com segurança e tratar bem das pessoas», afirmou o general José Pinheiro.

O novo CEMFA, que foi esta quarta-feira empossado pelo Presidente da República no Palácio de Belém e é, com 54 anos, o general mais novo de sempre a chegar à chefia do ramo, falava aos jornalistas sobre as suas prioridades para os próximos três anos.

«Nós temos de operar com os orçamentos que nos são atribuídos, temos de ser inovadores, temos de ter as soluções adequadas para executar a missão da melhor maneira com os orçamentos que temos», referiu, depois de questionado sobre as restrições que actualmente existem.

Questionado sobre a falta de pilotos comandantes e sobre o processo de modernização dos Hércules C-130, o general José Pinheiro notou que «a Força Aérea sempre cumpriu e as equipas de comandantes estão a ser feitas, estão a ser qualificadas».

«Tanto quanto eu me recordo nunca ficou ninguém para trás, nunca ficou nenhum avião por voar por falta de pilotos ou comandantes», assinalou, recusando entrar em pormenores sobre as aeronaves por ter acabado de «assumir funções».
Redação