Mais de 330 condutores foram detidos pela GNR durante a Operação Baco por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue considerada crime e outros 121 por conduzirem sem carta.

Segundo o balanço da Operação Baco, da GNR, foram testados 51.413 condutores, dos quais 1.100 conduziam com excesso de álcool no sangue. Destes, 334 apresentavam uma taxa de álcool igual ou superior a 1,2 gramas/litro (g/l).

Durante a operação, que decorreu entre 12 e 24 de junho, a GNR intensificou a fiscalização da condução sob influência de álcool, com o objetivo de prevenir a sinistralidade rodoviária e aumentar o sentimento de segurança dos utentes da via.

As ações de fiscalização, explica a GNR, “foram direcionadas para as vias onde as infrações por excesso de álcool são mais frequentes e dão origem a um risco acrescido de acidentes de viação”.

Na operação, em que participaram militares dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito (UNT), foram detetadas 15.111 contraordenações rodoviárias, entre elas:

  • 4.269 por excesso de velocidade
  • 979 por falta de inspeção periódica obrigatória
  • 774 por anomalias no sistema de iluminação e sinalização
  • 538 casos de uso do telemóvel durante a condução
  • 537 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinhas para crianças
  • 391 infrações por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório

A GNR continuará a intensificar ações de fiscalização no âmbito da condução sob a influência do álcool, no sentido de contribuir para a redução do número de acidentes rodoviários nas estradas”, acrescenta o comunicado.