bilheteiras encerradas






Na ausência de quem venda bilhetes, várias pessoas garantem que irão «entrar no primeiro comboio que aparecer, e mais tarde explicar ao revisor a situação», caso haja um.

Também no Porto, um passageiro assíduo denuncia que contrariamente ao que se costuma passar em dias de greve, a CP não bloqueou  «a venda dos comboios rápidos» e que quando passou um «ficaram para cima de 200 passageiro na plataforma, sem comboio».