As precauções recomendadas às grávidas pelas autoridades do Reino Unido para evitarem multidões e transportes públicos por causa da gripe A não se justificam em Portugal. Pelo menos é esta a posição de um especialista consultado pela agência Lusa.

De acordo com o pneumologista Filipe Froes, do Hospital Pulido Valente e consultor da Direcção-Geral de Saúde, a posição das autoridades britânicas «baseiam-se numa realidade epidemiológica muito diferente».

O especialista explicou que, apesar das grávidas serem um grupo de risco, «o Reino Unido tem vários focos de transmissão mantida na comunidade» e que as recomendações reflectem «o nível de actividade no seu país que não é de maneira nenhuma sobreponível à quase generalidade dos países europeus».