«A situação deste hospital tem vindo a agravar-se nos últimos anos. Em dezembro, o serviço de urgência deixa de ter capacidade de resposta. O hospital foi construído para dar resposta a 350 mil utentes e a verdade é que estão 650 mil inscritos», disse Paula Borges aos jornalistas.


«Tempos de espera na ordem das 24 horas nas urgências, a que acresce a falta de camas para internamento. Colocam em risco a vida dos utentes», critica a comissão em comunicado, sublinhando que isso se deve «à falta de profissionais de saúde».






Redação / MM