Portugal é o 17.º melhor país do mundo para criar um filho, segundo um relatório publicado pelo jornal U.S News, em parceria com a Universidade de Pensilvânia.

O ranking “Melhor Países Para Criar Crianças em 2020” baseia-se numa pesquisa global de percepções que classifica os países com base em pontuações de uma compilação de oito atributos: direitos humanos, ser considerado seguro para famílias, igualdade de género, felicidade, acessibilidade de rendas e o desenvolvimento da educação pública e dos serviços de saúde. 

Os primeiros lugares neste estudo são ocupados pela Dinamarca, Suécia e Noruega, mantendo um padrão registado nos últimos anos em que o ranking foi publicado. 

Portugal situa-se entre os Estados Unidos (18.º lugar) e a Itália (15.º lugar).

Neste mapa interativo, desenvolvido com a informação mais recente da agência norte-americana CIA, é possível ver que, em termos de literacia, os três países que ocupam o pódio registam taxas médias de 99,3%. Comparativamente, Portugal tem, segundo as últimas estimativas, uma taxa de 95,4%.

  

Outro dos dados relevantes para o ranking é o respeito e a salvaguarda dos direitos humanos. No índice de proteção de repressão política e da violação da integridade física e moral, é possível verificar a pontuação dada aos países do mundo - de 3.8 pontos a 5.4 pontos - desde a década de 40 até 2017.

A Noruega situa-se no pódio com uma pontuação de 4.0, mais 2,06 pontos do que Portugal.

   

Os últimos lugares do ranking pertencem ao Guatemala, Líbano e Cazaquistão. Estes três países destacam-se negativamente, por exemplo, no Índice de Igualdade de Género, produzido pelas Nações Unidas, que mede a pontuação dos países no que toca à saúde reprodutiva, aos cargos ocupados por mulheres e ao estatuto económico.

Em 2015, o Guatemala tinha uma pontuação de 0,49, o Líbano obteve uma classificação de 0,38 pontos e o cazaquistão registou uma pontuação de 0,20.