A Madeira registou hoje 76 novos casos de covid-19, o número mais alto desde o início da pandemia, elevando as infeções ativas para 697, indicou a Direção Regional de Saúde, apontando também 31 recuperações e 168 situações suspeitas.

Entre os novos casos, 18 são importados - dez provenientes da Região de Lisboa e Vale do Tejo, três do Reino Unido, três da Venezuela, um da França, um da Rússia - e 58 de transmissão local.

A Direção Regional de Saúde esclarece que o arquipélago assinala agora 697 infeções ativas, das quais 177 são casos importados e 520 de transmissão local.

Relativamente ao isolamento dos casos ativos, 32 pessoas cumprem isolamento numa unidade hoteleira dedicada, 625 em alojamento próprio e 40 pessoas encontram-se hoje internadas", refere a autoridade regional, sublinhando que quatro doentes estão nos cuidados intensivos.

No total, a Região Autónoma da Madeira contabiliza 1.836 casos confirmados de covid-19 desde 16 de março e 14 óbitos associados à doença.

Hoje há mais 31 casos recuperados a reportar e região passa a contabilizar 1.125 casos recuperados", indica a Direção Regional de Saúde, referindo também o registo de 168 novas situações em estudo, todas relacionadas com contactos com casos positivos.

A autoridade adianta que 2.253 pessoas estão em vigilância ativa nos vários concelhos da Madeira e no Porto Santo, ao passo que 23.874 viajantes estão monitorizados através da aplicação ?MadeiraSafe'.

No contexto da operação de rastreio de viajantes nos portos e aeroportos da Madeira e do Porto Santo, em vigor desde 01 de julho, há a reportar um total cumulativo de 142.202 colheitas para teste ao novo coronavírus.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.818.946 mortos resultantes de mais de 82,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 6.972 pessoas dos 420.629 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

/ LF