O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou, esta quinta-feira, sob aviso amarelo os distritos de Évora, Guarda, Castelo Branco e Portalegre devido ao tempo quente.

Segundo o IPMA, o aviso vigora até às 18:00 de sexta-feira, prevendo-se a persistência de valores elevados da temperatura máxima.

As temperaturas máximas poderão atingir os 37 graus em alguns pontos do país.

O aviso amarelo, o terceiro de uma escala de quatro, revela situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Por causa do calor, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) divulgou um aviso de aumento do risco de incêndios a partir de sexta-feira.

De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se a partir de sexta-feira, dia 19 de julho, uma subida gradual da temperatura máxima e a diminuição da humidade relativa”, refere a ANEPC em comunicado, explicando que as condições meteorológicas são favoráveis à ocorrência de incêndios.

Segundo o documento, que divulga as condições meteorológicas previstas para sexta-feira, sábado e domingo, existe um aumento gradual do risco de incêndio a partir de sexta-feira, com condições favoráveis à rápida propagação de incêndios.

Este risco é maior “nos concelhos com níveis que variam entre elevado a máximo” dos distritos de Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, faro, Guarda, Portalegre, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu.

Em função da previsão das condições meteorológicas é expectável que ocorra “tempo seco com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais”.

A ANEPC recorda que para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja muito elevado ou máximo, não é permitida “a queima de matos cortados e amontoados, o uso de fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural, exceto se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito, o lançamento de balões com mecha acesa e de foguetes ou o fumigar ou desinfetar apiários, exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas”.

No documento, a ANEPC recomenda a “adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural”.