"Hoje temos mais gente a aprender português na Rede do Instituto Camões, embora tenhamos menos professores contratados diretamente do que tínhamos há meia dúzia de anos", afirmou.


"São cursos que nós temos passado a apoiar, com avaliação e certificação", sublinhou, apontando os casos dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Venezuela.





Sindicato dos Professores no Estrangeiro alerta para a menor qualidade no ensino




"Com a mistura de níveis a proficiência dentro de uma sala de aula, sentimos mais dificuldades e reconhecemos que o nível da qualidade do ensino desce", considerou, em declarações à Lusa.




"Isso vai aumentar substancialmente o número de alunos por turma e reduzir a qualidade", criticou.




"São essas assimetrias de tratamento que nós estamos a trabalhar com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas e ele tem manifestado toda a disponibilidade e compreensão", afirmou.


"Os salários dos professores de português que trabalham no estrangeiro têm vindo a desvalorizar-se muito, para além do impacto das medidas tomadas para a administração pública", comentou.