O relatório iliba ainda o presidente do IGEFJ de qualquer responsabilidade no crash do Citius, lembrando que este esteve ausente do instituto - por suspensão de mandato entre 23 de outubro de 2013 e 10 de julho de 2014 -, e sublinha não haver motivos para duvidar das declarações de Rui Pereira no sentido de não ter tido intervenção direta no processo.






emitiu um despacho de exoneração para Rui Pereira e Carlos Brito.

crash

«uma peça com intentos claramente persecutórios»