“É um projeto europeu e está-se a tentar tomar medidas. Não está na mesa pôr em causa o Acordo de Schengen”, frisa.

“Enquanto não conseguirmos atuar nos Estados de origem, este fenómeno da migração nunca vai acabar, porque as pessoas têm o direito de procurar uma vida melhor”, observa.










 O maior desafio do Acordo de Schengen, três décadas depois


O especialista em migrações discorda. “Não pode ser. Ou avançamos, globalmente, para uma abertura progressiva controlada das fronteiras externas, ou depois vamos ter um fluxo que não conseguimos controlar nem gerir”, avisa.


Por isso, “o principal desafio ao Espaço Schengen é esperar que ele resista, que ele se aguente”, resume, recusando o “fechamento” de fronteiras como opção.






Redação / CF