“Nós, neste momento, estamos a ponderar apresentar uma queixa-crime contra a Inspeção-Geral das Finanças”, afirmou à agência Lusa Paulo Ralha, presidente daquela estrutura sindical.




“Não tem nada que se meter com uma entidade que é privada e que não tem qualquer ligação com esta situação a não ser por ser tida como testemunha”, sublinhou, acrescentando que o sindicato não foi indiciado de nada e as declarações são escusadas.




“Se não existisse lista VIP, não existiam processos nenhuns, e o facto é que durante três anos não houve nenhum processo instaurado e de repente a partir do dia 29 de setembro começam a ser instaurados todos”, salientou.