"Quero dedicar este prémio à Grécia, sem a qual não teríamos nada. Viva a Grécia", disse a escritora, no fim da intervenção.


em reconhecimento da sua "vertente universal, pela forma como explora a natureza humana nos seus vários aspetos, pela atenção que dá ao mundo real"



a voz de um país que está a sofrer uma opressão impensável

Quando recebeu este prémio, Hélia Correia recordou os ensinamentos universais da Antiguidade e a sua importância para a atualidade: “Ver tudo o que existia na Grécia clássica, em que tudo era feito pelo homem, para o homem e à medida do homem”.