Na 14ª vez que marcou presença no Parlamento - como o próprio fez questão de frisar no início da sua intervenção na Comissão Permanente -, o ministro da Administração Interna admitiu um atraso na transferência de não operacionais para o terreno.

Questionado esta terça-feira pelo CDS-PP sobre o processo de transferência de 4.800 agentes das forças de segurança de funções administrativas para o terreno, Rui Pereira admitiu o atraso, mas garantiu que o mesmo se ficou a dever ao «grande atraso» na aprovação da lei orgânica da GNR.

Rui Pereira afirmou ainda que, neste momento, foram transferidos «200 agentes», mas cerca de três mil irão deixar o trabalho atrás das secretárias até ao final do ano.
Judite França