Neste momento, "25 por cento das escolas ainda não receberam todas as verbas relativas a 2014 e 76 por cento das escolas ainda não receberam os valores relativos a janeiro e fevereiro deste ano", disse à agência Lusa Pedro Rovira, da direção executiva dos Conservatórios de Coimbra, Figueira da Foz e Pombal.


"Para nós os salários em atraso já são uma situação normal. Esta é a nossa normalidade há quatro anos. A única certeza que temos é que nunca recebemos os ordenados a tempo e horas", disse à Lusa Augusto Lino, da direção do Conservatório das Caldas da Rainha e professor no Conservatório da Figueira da Foz.




"O problema aqui não é político, é básico, é de ter um salário ao final do mês", acrescentou.




“Problema com dimensão crescente é o que sentem aqueles cuja atividade é remunerada a partir de fundos comunitários, com os quais os governos têm vindo a substituir responsabilidades de financiamento que deveria ser suportado com verbas do Orçamento de Estado”, afirmou a Fenprof no comunicado sobre a concentração de hoje.

Redação / PP