Foi uma manhã de quarta-feira atípica na Escola Básica Professor Egas Moniz, em Massamá.

Alunos, pais, professores e funcionários não-docentes juntaram-se para protestarem contra os recentes casos de violência nas escolas, baixos salários dos trabalhadores dos estabelecimentos de ensino e contra a existência de amianto nas instalações.

A apoiar as causas dos manifestantes esteve o Sindicato de Todos Os Professores, S.TO.P.

A situação que se vive atualmente na escola pública está a chegar a um ponto de rutura. Não é só a questão do amianto. Não é só a falta de funcionários. Há uma falta de investimento na escola pública.", garante André Pestana, do sindicato S.TO.P.

O sindicato reitera que pretendem com esta luta o fim da violência física e verbal contra quem trabalha nas escolas, e a violência de trabalhar num local com uma substância comprovadamente cancerígena (amianto).