“Na verdade, a dramática situação de tantos milhares de pessoas que demandam a Europa como lugar de paz e sustento para si e para os seus, com duríssimas dificuldades para chegar e permanecer no nosso continente, exige de todos nós a resposta mais humana e capaz”, lê-se na carta enviada por Manuel Clemente.


“Tudo se garantirá com um espírito solidário, tão criativo como persistente, que nos há de impulsionar, a nós e a todos.”







Municípios dispostos a acolher famílias de refugiados






"Não queremos que seja uma coisa exclusiva da autarquia, mas que envolva todos os partidos políticos, a comunidade civil, as empresas, as instituições de solidariedade e as igrejas."


"A situação dramática vivida pelos refugiados oriundos do norte de África e que tem levado à morte de milhares de pessoas no mar Mediterrâneo tem mexido connosco e tem levado a que estejamos aqui, há vários meses, a preparar uma intervenção."











Acolher, mas com "dignidade humana"




"Estamos a trabalhar para o concelho poder receber famílias de refugiados com dignidade humana", ou seja, "com casa, saúde, educação e trabalho, para que possam ter autonomia e viver dignamente", e "não numa lógica de caridade."







Redação / SS