É o diretor do departamento central de investigação e ação penal (DCIAP) quem o afirma, tendo alegado a diginidade e o prestígio dos cargos de Presidente da República e de primeiro-ministro para que os procuradores do caso de Tancos não enviassem questões por escrito a Marcelo de Rebelo de Sousa e António Costa.

Além disso, quase 50 questões terão sido retiradas aos inquéritos enviados a figuras como o chefe da casa militar de Belém, a anterior procuradora-geral da república ou o ex-chefe de Estado maior do exército.

Informador que denunciou assalto arrependeu-se

O informador que fez a primeira denúncia da intenção de um assalto aos paióis, e que até ajudou a Polícia Judiciária a montar uma armadilha aos assaltantes, arrependeu-se.

Conhecido como "fechaduras", Paulo Lemos acabou por não ser acusado no processo.