Entre 300 a 400 pessoas ficaram em terra este fim-de-semana, depois da agência de viagens onde tinham comprado as suas férias ter fechado abruptamente, noticia o JN.
Tudo começou na terça-feira, quando o novo director-geral da Marsans Lusitana, José Vicente, pediu às lojas para cobrarem aos clientes com reservas a totalidade das viagens. No dia seguinte, exigiu que essas verbas fossem depositadas. Na quinta-feira, foi para Espanha e, na sexta-feira, mandou fechar todos os balcões, sem vouchers e sem pagar aos operadores.
Desta forma, centenas de pessoas que tinham comprado pacotes de viagens à agência Marsans não viajaram este sábado, não vão viajar este domingo e segunda-feira certamente também não vão conseguir. Resta saber quando e como vão reaver o seu dinheiro.
Os funcionários estão a ser ameaçados pelos clientes ao telefone, mas já emitiram um comunicado de solidariedade com estes, demarcando-se da «medida de encerramento imposta».
O JN tentou contactar o director-geral da Marsans Lusitana, mas não foi possível obter qualquer explicação.
