“O sistema de recolocação não está visivelmente a funcionar”, concluiu Constança Urbano de Sousa, ao citar o “número muito limitado de refugiados recolocados e isso não é uma responsabilidade dos Estados que se disponibilizaram para acolher refugiados, como é o caso de Portugal”.




“(A Grécia e a Itália) estão com dificuldades em fazer o registo e sobretudo em gerir todo o sistema de recolocação, porque as pessoas, muitas vezes, como não estão detidas, pura e simplesmente vão avançando, vão fazendo os seus percursos migratórios”, disse à Lusa.