"Tentamos que a resposta seja o mais abrangente possível. Por isso, os protocolos que assinámos foram no sentido de encontrar instituições que possam disponibilizar várias coisas, como habitação, roupa, comida, emprego e capacidade de acompanhamento das famílias".




"Todas as entidades da administração pública estão preparadas. Também é importante recebermos um grupo pequeno, para testarmos o modelo e poder fazer alguns ajustes, se for necessário", afirmou.


"Não vêm de situações de exclusão social. Há pessoas altamente qualificadas, que estão a fugir de uma situação de conflito. O grande objetivo é que sejam vistas como pessoas que fazem parte de uma sociedade", explicou.