«Sem questionar o direito constitucional à greve, solicita-se que, tendo em conta o interesse público e o cenário epidemiológico extraordinário atual, se dignem avaliar a oportunidade da paragem laboral já decretada, as consequências nos cuidados prestados às pessoas e a perceção social sobre a greve e os seus riscos», refere a carta assinada pelo secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira.




«(...) nesta situação de desafio excecional torna-se ainda mais importante que todos os agentes do setor demonstrem o grau de profissionalismo e responsabilidade que tem sido a chave do sucesso na resposta aos desafios do momento», refere também a carta dirigida ao presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).






Num comunicado com a situação atualizada até às 15:00 de quarta-feira

Profissionais reunidos para avaliar pedido do Governo