O Ministério Público está a investigar o Sindicato Unificado da PSP na sequência de um post que foi publicado na página de Facebook na sequência das agressões na Amadora que envolveram Cláudia Simões e uma agente da PSP.

A publicação insinuava que a mulher teria “doenças graves” e, segundo confirmou a Procuradoria- Geral da República à TVI24, "foi localizada uma queixa proveniente da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial".

"A mesma foi remetida ao Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa onde deu origem a um inquérito", acrescenta a PGR em nota.

A publicação, entretanto apagada, feita na página do Sindicato Unificado da PSP

O ministro da Administração Interna também ordenou a abertura de um inquérito sobre a atuação policial no caso da detenção de Cláudia Simões, que já foi ouvida pelo Ministério Público, tendo ficado com termo de identidade e residência. 

Foi detida no dia 19 de janeiro na Amadora, numa paragem de autocarro, depois de ter sido, alegadamente, alvo de racismo por parte do motorista, uma vez que a filha de anos não tinha o passe e depois de ter agredido o agente da PSP.  

Andreia Miranda