«Não tem havido nenhuma demolição que não tenha sido antecedida de realojamento, tratando-se de primeiras habitações. Em casos que temos dúvidas, se é uma primeira ou segunda habitação, existe uma reavaliação do processo»




«Não faz sentido que, de norte ao sul, os cidadãos sejam instados a fazer sacrifícios para se proteger o litoral e depois se aceite a construção ilegal. Ninguém faz demolições de ânimo leve».


«Na maioria dos casos estamos a falar de casas de férias e não de primeira habitação. Até junho temos condições de realizar todas as demolições previstas com a exceção daquelas que são primeira habitação. O realojamento é da responsabilidade dos municípios e não do Governo»








O calendário previsto





«Há ainda muito por fazer, que vai além das demolições. Estaremos disponíveis para tentar encontrar investimento, nomeadamente para o núcleo central da ilha de Faro».