Morreram 44 pessoas por afogamento nas praias portuguesas desde janeiro. Os números divulgados pela Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores (FEPONS) dão conta de um aumento de 16 vítimas mortais em relação ao mesmo período do ano passado.

Em tempos de pandemia de Covid-19, e com a abertura da época balnear marcada para 6 de junho, a FEPONS alerta para as dificuldades criadas pela decisão do Governo, que permitiu a ida a banhos antes desse período.

Os nadadores-salvadores referem que a situação comporta riscos acrescidos devido à inexistência de vigilância nas praias.

Este sábado uma jovem foi salva na Praia do Rei, na Costa da Caparica. Um vídeo amador mostra o momento em que um voluntário do projeto "Surf Salva Vidas" resgata a rapariga do mar.

Em conversa com a TVI, o presidente da FEPONS, Alexandre Tadeia, relembra que as praias ainda não estão a ser vigiadas, e que o melhor conselho a dar aos portugueses é que evitem ir a banhos.

António Guimarães