“Como previsto no programa de trabalho para 2015, a Comissão decidiu hoje retirar duas propostas legislativas – a diretiva sobre licença de maternidade e outra sobre dados relativos à observação da Terra por satélite – sobre as quais os colegisladores não conseguiram chegar atempadamente a um acordo político”, anunciou o executivo comunitário, em comunicado.






“Aparentemente, o direito fundamental a uma licença de maternidade de 18 semanas, seis das quais pagas a 100% e as restantes a 85% para todas as mães europeias não é uma prioridade”, salientou a eurodeputada Marie Arena, porta-voz dos S&D para os direitos das mulheres e a igualdade de género.