iniciativa de cidadãos que pretende mudar a lei do aborto

“Os promotores desta iniciativa são os mesmos que nunca aceitaram os resultados do referendo à IVG [Interrupção Voluntária da Gravidez] de 2007. Não desistem de recorrer à mentira e mistificação para confundir e enganar, procurando, uma vez mais, cavar e minar o espírito da lei”, lê-se no texto.


“Dizem os promotores desta iniciativa, num estilo chocarreiro e arrogante, que a lei da IVG equipara, para efeitos de apoios sociais, aborto e maternidade, o que não se comprova em qualquer enunciado da legislação”, refere o MDM.


“Nova mentira e cilada, pois as interrupções voluntárias de gravidez, por opção da mulher, realizadas nas unidades do SNS [Serviço Nacional de Saúde], na sua grande maioria (95,7%) utilizaram o método medicamentoso, que é de baixo custo pois não envolve hospitalização”, diz a associação, acusando o grupo de cidadãos de querer atacar a despenalização da IVG através do “velho libelo da culpa das mulheres”.


“Acresce que o MDM defende a abolição de todas as taxas moderadoras como condição necessária de efetivação do conjunto dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres”, lê-se no comunicado.








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