O segurança Bruno «Pidá», que esta terça-feira continuou a ser julgado no Porto por alegado co-envolvimento no homicídio de Aurélio Palha e que já foi condenado pela morte de Ilídio Correia, tem pendente novo processo, este por segurança ilegal.

Fontes ligadas ao processo explicaram à agência Lusa que a acusação por alegado exercício de segurança ilegal foi desanexada de um outra que corria nas Varas Criminais do Porto e enviada aos Juízos Criminais para julgamento autónomo. Fonte do tribunal disse, contudo, que o processo foi devolvido às Varas, sem adiantar pormenores.

No julgamento dos alegados homicidas de Aurélio Palha, que prosseguiu durante a manhã no Palácio da Justiça, apenas prestaram declarações três testemunhas, que pouco ou nada adiantaram, avança a Lusa. Um dos depoentes foi Frederico Magalhães, que era sócio de Aurélio Palha em alguns negócios. Disse ser amigo de «Pidá» - o principal acusado pela morte do empresário - e admitiu que chegou a falar com ele sobre o homicídio.

«Falou-se, mas não se entrou em pormenores», assegurou.

Aurélio Palha foi morto com disparos feitos a partir de um automóvel na madrugada de 27 de agosto de 2007, quando se encontrava à porta da sua discoteca do Porto, a Chic, à conversa com o segurança Alberto Ferreira.
Redação / MM