O jornalista Manuel Bravo, impulsionador do Museu da Rádio, que encerrou em 2006, morreu esta terça-feira aos 80 anos, em Lisboa, vítima de doença oncológica, disse à Lusa uma familiar.

O velório de Manuel Bravo realiza-se na quinta-feira, na igreja de S. João de Deus, em Lisboa, de onde sai o funeral para o cemitério dos Olivais, onde se realiza "uma cerimónia privada", disse a mesma fonte.

Manuel Bravo foi jornalista e técnico da RDP-Antena 1, onde desempenhou as funções de subchefe e chefe de redação, diretor-adjunto e diretor de informação, e chefe de exteriores, e fez ainda parte da equipa de jornalistas do Rádio Clube Português.

O radialista empenhou-se na criação do Museu da Rádio, que esteve instalado, até 2006, na rua do Quelhas, em Lisboa, num edifício junto da antiga sede da Radiodifusão Portuguesa (RDP).

O Museu reunia cerca de 5.000 peças alusivas à radiodifusão pública em Portugal, que viriam a ser integradas no museu da RTP, instalado na sua sede, na avenida Marechal Gomes da Costa, e que se encontra disponível 'online'.

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