A inalação de produtos tóxicos libertados da cobertura de uma central fruteira no Bombarral provocou 14 vítimas ligeiras, mais uma do que no anterior balanço, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros locais.

O segundo comandante dos bombeiros do Bombarral, Vasco Antunes, disse à Lusa que, no âmbito de obras que estavam a decorrer no armazém, “cortaram o telhado, o que veio a libertar produtos tóxicos, que estão por identificar”.

Devido ao fumo gerado, os trabalhadores da central fruteira, localizada no Sanguinhal, distrito de Leiria, tiveram de sair do interior do armazém e 13 deles sofreram intoxicações, sendo considerados feridos ligeiros.

Dos 14, 12 foram transportados para a urgência de Caldas da Rainha do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), segundo os bombeiros.

No entanto, a presidente do conselho de administração do CHO, Elsa Banza, afirmou à Lusa que deram entrada 13 trabalhadores, com "intoxicações muito leves", por isso deverão ter todos alta.

O responsável operacional adiantou que dos outros trabalhadores que tiveram saíram do interior do armazém, vários ainda permanecem no exterior da central fruteira e estão a ser vigiados, admitindo que possa subir o número de vítimas da intoxicação.

As vítimas estão a ser assistidas pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Caldas da Rainha e por oito ambulâncias das corporações do Bombarral, Cadaval e Óbidos, estando no local um total de 26 operacionais e 10 veículos.